Sentimento de superioridade
Existente apenas pela presença de pensamento
Em que somos nós superiores?
Na inteligência?
Mas foi ela que moldou esta sociedade
Será ela benéfica?
Um rapaz pergunta-se
A resposta adequa-se
A confiança prende o conhecimento
Se falso ele estará perdido neste momento
Respiramos o mesmo ar
Bebemos a mesma água
Caminhamos no mesmo solo
Todos vindos da mesma Terra
Da nascente chegamos a foz
Então porque não somos todos nós,
Irmãos?
Sou tão importante como um rato
No meu próprio mundo sou grande
Grande como ele numa jaula
Tal como ele
Serei cinza do teu chão
Folha das tuas árvores
Parte do teu oceano
Percorrerei todo o mundo eternamente
Imortalizado por ti
Contigo , Natureza.
sábado, 2 de maio de 2009
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Circulos
A vida é feita de circulos
São os circulos que nos fazem viver
Sem os circulos estariamos numa linha recta
Entediante e monótona
Um circulo nasce
Nasce a euforia , felicidade e alegria
O circulo começa-se a tornar numa recta
Vem a infelicidade
Vive-se no passado quando a vida ainda era uma bela curva
Até que não se consegue mais andar em frente
Existe um muro á frente
E tem que se virar
Para conseguir respirar
O circulo fecha-se
Outro circulo nasce da colisão
O importante é saber aproveitar o melhor do ultimo circulo
E po-lo no novo
Mas não igual , tem que se largar
Quando um novo circulo se abre temos que esquecer o antigo
E só assim se atinge a felicidade de outrora
Se a vida for uma linha recta
Esquecemo-nos de como era bom fazer uma curva
A velocidades alucinantes
Não podemos esperar que a vida seja uma curva infinita
Se esperarmos isso viveremos numa recta sem fim
Temos que saber que a vida são circulos
Que temos que aprender a gerir
E ter a coragem de os terminar
São os circulos que nos fazem viver
Sem os circulos estariamos numa linha recta
Entediante e monótona
Um circulo nasce
Nasce a euforia , felicidade e alegria
O circulo começa-se a tornar numa recta
Vem a infelicidade
Vive-se no passado quando a vida ainda era uma bela curva
Até que não se consegue mais andar em frente
Existe um muro á frente
E tem que se virar
Para conseguir respirar
O circulo fecha-se
Outro circulo nasce da colisão
O importante é saber aproveitar o melhor do ultimo circulo
E po-lo no novo
Mas não igual , tem que se largar
Quando um novo circulo se abre temos que esquecer o antigo
E só assim se atinge a felicidade de outrora
Se a vida for uma linha recta
Esquecemo-nos de como era bom fazer uma curva
A velocidades alucinantes
Não podemos esperar que a vida seja uma curva infinita
Se esperarmos isso viveremos numa recta sem fim
Temos que saber que a vida são circulos
Que temos que aprender a gerir
E ter a coragem de os terminar
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Cegueira
Cego não é o que não vê
Cego é aquele que vê cores
Aquele que vê classes
Aquele que vê apenas o que lhe mostram
Cego é quem acredita sem razão
Quem vê distinções
Cego é o que se rege por regras de outrem
È o que não cria limites , regras e valores próprios
Cegos são crentes e não crentes
Eu sou crente
O meu Deus é a Razão
Faço preces todos os dias com a Reflexão
Sou um dos muitos messias da minha relegião
Tento espalhar a fé na Razão
Libertar os prisioneiros duma sala vazia
Dum ponto fixo onde nada se vê
Tento liberta-los de uma cegueira total
Onde se vê muito mas nada é real
Onde se vê o que os olhos nos transmitem
Olhos que nos enganam
Não creio no que vejo
Creio no que Reflito no que Concluo
Cego é aquele que vê cores
Aquele que vê classes
Aquele que vê apenas o que lhe mostram
Cego é quem acredita sem razão
Quem vê distinções
Cego é o que se rege por regras de outrem
È o que não cria limites , regras e valores próprios
Cegos são crentes e não crentes
Eu sou crente
O meu Deus é a Razão
Faço preces todos os dias com a Reflexão
Sou um dos muitos messias da minha relegião
Tento espalhar a fé na Razão
Libertar os prisioneiros duma sala vazia
Dum ponto fixo onde nada se vê
Tento liberta-los de uma cegueira total
Onde se vê muito mas nada é real
Onde se vê o que os olhos nos transmitem
Olhos que nos enganam
Não creio no que vejo
Creio no que Reflito no que Concluo
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Nascimento imaculado
Vivi durante anos numa prisão
Fui soltando cada corrente que me prendia devagar
Até que me libertei
Da prisão das verdades
Das certezas irrefutaveis
Dos valores inquestionáveis
Agora vivo livre
Mas continuo a olhar para a prisão
A conviver com os prisioneiros
A tentar com os que se soltaram arrancar as correntes aos ainda acorrentados
Estes não se querem soltar
Ou não sabem que estão presos
Só depois de sair da prisão
Consegui nascer
Viver
Adquirir um personalidade própria
Valores próprios
Barreiras próprias
Agora sinto-me vivo
Não apenas uma marioneta
Encenando e entretendo para o publico
Coordenado pelas verdades e crenças
Cometerei os meus erros
Sofrerei , terei muitas alegrias
Mas aconteça o que acontecer morrerei
Mas morrerei livre e feliz
E não preso e mascarado.
Fui soltando cada corrente que me prendia devagar
Até que me libertei
Da prisão das verdades
Das certezas irrefutaveis
Dos valores inquestionáveis
Agora vivo livre
Mas continuo a olhar para a prisão
A conviver com os prisioneiros
A tentar com os que se soltaram arrancar as correntes aos ainda acorrentados
Estes não se querem soltar
Ou não sabem que estão presos
Só depois de sair da prisão
Consegui nascer
Viver
Adquirir um personalidade própria
Valores próprios
Barreiras próprias
Agora sinto-me vivo
Não apenas uma marioneta
Encenando e entretendo para o publico
Coordenado pelas verdades e crenças
Cometerei os meus erros
Sofrerei , terei muitas alegrias
Mas aconteça o que acontecer morrerei
Mas morrerei livre e feliz
E não preso e mascarado.
Liberdade? Não há ninguém vivo para a testemunhar
Vivemos dentro de paredes
Barreiras construídas pelos antepassados
Intransponíveis por alguns
Certezas para muitos
Paradigmas sem sentido
Acreditamos porque fomos ensinados a acreditar
Nunca nos questionamos acerca disso
Porque fomos ensinados a não questionar
Até nos libertarmos destas correntes
Somos prisioneiros
Dos antepassados , dos nossos pais , das pessoas
De nós mesmos
Quem ditou as regras do mundo ?
Deus?
Nunca vi Deus.
Fui ensinado a acreditar no que os meus olhos vêem
Não no que eles não conseguem ver...
Barreiras construídas pelos antepassados
Intransponíveis por alguns
Certezas para muitos
Paradigmas sem sentido
Acreditamos porque fomos ensinados a acreditar
Nunca nos questionamos acerca disso
Porque fomos ensinados a não questionar
Até nos libertarmos destas correntes
Somos prisioneiros
Dos antepassados , dos nossos pais , das pessoas
De nós mesmos
Quem ditou as regras do mundo ?
Deus?
Nunca vi Deus.
Fui ensinado a acreditar no que os meus olhos vêem
Não no que eles não conseguem ver...
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