Vivi durante anos numa prisão
Fui soltando cada corrente que me prendia devagar
Até que me libertei
Da prisão das verdades
Das certezas irrefutaveis
Dos valores inquestionáveis
Agora vivo livre
Mas continuo a olhar para a prisão
A conviver com os prisioneiros
A tentar com os que se soltaram arrancar as correntes aos ainda acorrentados
Estes não se querem soltar
Ou não sabem que estão presos
Só depois de sair da prisão
Consegui nascer
Viver
Adquirir um personalidade própria
Valores próprios
Barreiras próprias
Agora sinto-me vivo
Não apenas uma marioneta
Encenando e entretendo para o publico
Coordenado pelas verdades e crenças
Cometerei os meus erros
Sofrerei , terei muitas alegrias
Mas aconteça o que acontecer morrerei
Mas morrerei livre e feliz
E não preso e mascarado.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Liberdade? Não há ninguém vivo para a testemunhar
Vivemos dentro de paredes
Barreiras construídas pelos antepassados
Intransponíveis por alguns
Certezas para muitos
Paradigmas sem sentido
Acreditamos porque fomos ensinados a acreditar
Nunca nos questionamos acerca disso
Porque fomos ensinados a não questionar
Até nos libertarmos destas correntes
Somos prisioneiros
Dos antepassados , dos nossos pais , das pessoas
De nós mesmos
Quem ditou as regras do mundo ?
Deus?
Nunca vi Deus.
Fui ensinado a acreditar no que os meus olhos vêem
Não no que eles não conseguem ver...
Barreiras construídas pelos antepassados
Intransponíveis por alguns
Certezas para muitos
Paradigmas sem sentido
Acreditamos porque fomos ensinados a acreditar
Nunca nos questionamos acerca disso
Porque fomos ensinados a não questionar
Até nos libertarmos destas correntes
Somos prisioneiros
Dos antepassados , dos nossos pais , das pessoas
De nós mesmos
Quem ditou as regras do mundo ?
Deus?
Nunca vi Deus.
Fui ensinado a acreditar no que os meus olhos vêem
Não no que eles não conseguem ver...
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